O que procuro em ti, eco ou planície, que não me respondes? Porque devolves apenas a minha voz?

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Nova casa #7

Regressei ontem após as férias com a família - não a escolhi e é o pior e melhor que tenho. A casa pareceu-me distante, como se não me pretencesse, a gata Lua é que ficou contente porque detesta fazer viagens de carro. Ao acordar só me perguntava o que estou aqui a fazer.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Nova casa#4

Sonhei que tinha a tarefa de fazer obras em duas casas junto à praia, que pertenciam a dois conhecidos escritores que são amigos de infância (não digo os nomes, a coisa já é absurda por si só). Nessa tarefa, estava a trabalhar com a Sara Rocio, as casas eram germinadas, iguais e estavam em muito mau estado devido ao abandono. Entro numa delas com a Sara e verificamos que o interior está todo pintado com grafitis, comento que o chão em tijoleira tem de ser tratado com óleo de linhaça e vou verificando outros pormenores. Entretanto, lá fora existe uma piscina que é comum às duas casas, onde encontro a Sara muito atarefada a lavar uma série de esculturas de animais pertencentes às duas casas, muito coloridas e feitas em polyester. Quando acordei telefonei-lhe e fartámo-nos de rir, ela comentou que nem conseguia interpretar.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Nova casa#2

Sonhei que regressava à casa da minha avó em Lisboa, o apartamento na Rodrigo da Fonseca onde vivi no primeiro ano em que vim para cá com os meus irmãos e primos. Entrava naquele espaço, a entrada tinha o mesmo armário e ia acompanhada pela minha irmã arquitecta, com ela discutia a hipótese de se rentabilizar os quatro quartos da casa para se fazer obras no futuro. Nisto sigo pelo corredor em direcção à sala e ao entrar vejo alguns dos meus antepassados paternos por lá, estranho de estar também presente o meu bisavô materno que me observa de um modo intenso – o meu sobrinho Vasco de facto é muito parecido com ele fisicamente, só pensei nisso quando acordei; e nisto estou depois na rua, numa feira com imenso movimento de pessoas, sei que vou encontrar-me com um grupo de amigos para jantar, mas numa tenda cruzo-me com uma senhora de idade que está ao lado de um homem numa cadeira de rodas e ele começa a gritar: ela está doente, ela está doente. Acordei em pânico e aponto tudo isto no meu caderno e fiquei a reflectir: o que é que os meus antepassados lá estavam a fazer, naquela casa onde não viveram? Logo naquele apartamento na Rodrigo da Fonseca, onde vivi durante o ano lectivo de 1985-86 e que relação tem com uma feira na rua cheia de gente onde me ia encontrar com amigos para jantar. As imagens do sonho desconcentraram-me das minhas tarefas ao longo do dia, volta e meia lá me invadiam. Mas tenho de andar com os pés no chão, não me posso deixar levar por estas coisas do subconsciente, por mais que me deixem perturbada.