O que procuro em ti, eco ou planície, que não me respondes? Porque devolves apenas a minha voz?

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Natureza-Morta Social #30


Dia-a-dia #161

E como sei que me perco a deambular nas ruas das cidades, o melhor é andar sempre com uma bússula na mão, para não perder o norte.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Dia -a-dia #160








Foram estes os exemplo que me deram na infância e depois estavam há espera do quê?




Poema #94



POEMA DE AMOR

Esta noite sonhei oferecer-te o anel de Saturno
e quase ia morrendo com o receio de que ele não
te coubesse no dedo

 Jorge Sousa Braga

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Poema #93



Terceira cena, no fim: Maria e Mathilde

Uma mulher encolhe os ombros
Uma mulher abre a boca
Uma mulher passa a mão direita por baixo
da omoplata, faz deslizar um dedo ao
longo da coluna vertebral e inclina-se para a frente
Uma mulher olha para as axilas que incham
Uma mulher tenta esconder os olhos com as pestanas
Uma mulher sonha... que é uma mulher,
uma mulher não sonha... nunca!
Uma mulher imagina
Uma mulher, imagina uma mulher!
Uma mulher ganha
Uma mulher queimada
Uma mulher tem um sapo na boca
Uma mulher pensa
Uma mulher é morta pelo noivo
Uma mulher em casa. Quem é a mulher em casa?
Uma mulher limpa o chão
Uma mulher tem um cavalo no ventre
Uma mulher dá um peido

(...)

Mathilde Monnier, La Ribot, in Gustavia

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Ilustração #37





Poema #92

ECO


de Antero de Alda

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