O que procuro em ti, eco ou planície, que não me respondes? Porque devolves apenas a minha voz?
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Dia-a-dia #156
E hoje sonhei que ia fazer uma apresentação sobre a Poesia Experimental Portuguesa na minha Faculdade, estava tudo organizado, mas antes de começar a minha orientadora chamou-me à parte e começou a colocar questões, porque se tratava de um movimento literário e eu estava nos estudos artísticos. Eu dizia-lhe, professora, já falamos sobre isso, eles também realizaram exposições e happenings, para além da prática do poema visual estar presente nas suas práticas criativas, não vai haver problema nenhum em analizar a questão nesta área. E acordei com a sensação que ela me queria alertar para alguma coisa que me estava a escapar.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Dia-a-dia #155
E a gata Lua resolveu hoje arranhar a capa do dicionário inglês-português da Porto Editora: já não fazia destas desde que atacou a "Arte em Portugal no Século XX" do José-Augusto França e em simultâneo, o dicionário de língua portuguesa. Eu até lhe deixei uma caixa que transportou vinhos para ela se divertir aqui na sala, mas não chega, ela continua a preferir certos livros, é impossível entender os apetites desta gata.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Dia-a-dia #154
E lá voltei a sonhar que ainda estava nas Belas-Artes a estudar escultura, mas queria mudar para o curso de pintura, porque já não podia com aquelas caves tenebrosas. E nisto fui ver uma exposição de finalistas, a parte de escultura ainda estava a ser montada, mas tinha um ar organizado, os colegas andavam em grande rodopio para isso. Lembro-me que estavam a montar peças interessantes, especialmente uma que era feita com metal e espelhos. E sigo para a parte de pintura que já estava montada num dos corredores do Convento de S.Francisco e aquilo era um horror: não se aproveitava nada, havia quadros geometricos deslavados, expressionistas sem expressão. Nisto paro para observar melhor um quadro meio surreal em tons de azul, com umas figuras estranhas muito mal esgalhadas e reparo que, as etiquetas com o nome do autor em vez de estarem na parede, ao lado do quadros, estavam coladas nos próprios quadros. Acordei em pânico a pensar: os professores de escultura são brutos e as caves tenebrosas, mas não posso ir para pintura por lá estão TODOS LOUCOS!
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