O que procuro em ti, eco ou planície, que não me respondes? Porque devolves apenas a minha voz?

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Dia-a-dia #87

Entrega do projecto de tese nas Belas adiado para sexta-feira 8 de Out uuuuuufffffffff......tenho mais uns dias para corrigir e só hoje estou a funcionar como deve de ser, depois de um desarranjo intestinal à conta do stress, mas está quase pronto, é caso para dizer GRANDE MERDA!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Coro Infantil da Universidade de Lisboa

Captados por um turista em frente à Catedral de Estrasburgo, estes miúdos são um espectáculo

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Aprende-se com os gatos #10

Dia-a-dia #86

Entreguei a proposta para a FCT este fim -de-semana, depois, continuei a escrever os relatórios que são para entregar na segunda-feira, depois seguem-se mais 20 páginas para o seminário de orientação, a entregar em Outubro. Sinto-me numa catadupa de escrita.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Eco #9


Dúvida:
Mas porque é que o mundo me está a imitar?

Hipótese:
É o céu que me está a roubar a voz.

Beatriz, 3 anos


segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Leituras #26


“Precipitavam-se pela rua fora, topando tudo no modo peculiar que tinham de início e que, muito tempo depois, se tornou mais triste, perceptivo e inexpressivo. Mas nessa altura dançavam pelas ruas fora, quais fantoches febris, e eu trotava atrás deles, como toda a vida fiz no encalço das pessoas que me interessam, porque as únicas pessoas autênticas, para mim, são as loucas, as que estão loucas de viver, loucas por falar, loucas por serem salvas, desejosas de tudo ao mesmo tempo, as que não bocejam nem dizem nenhum lugar-comum, mas ardem, ardem como fabulosas grinaldas amarelas de fogo-de-artifício a explodir, semelhantes a aranhas, através das estrelas e, no meio, vê-se um clarão azul a estourar e toda a gente exclama: «Aaaah!».
In Jack Kerouac, Pela Estrada Fora. ( Trad. Armanda Rodrigues e Margarida Vale de Gato). Lisboa: Relógio d’Água, 1998. P- 13.

Dia-a-dia #85

As férias terminaram, estou de volta e é difícil aterrar.